Izz – The Darkened Room (Resenha Jefferson A. Nunes)


Resenha: Jefferson A. Nunes

Nota: 

Banda: Izz
Disco: The Darkened Room
Ano: 2009
Selo: Doone Records
Tipo: Estúdio

Faixas:
1. Swallow Our Pride – 5’16
2. Day Of Innocence – 2’56
3. Regret – 4’32
4. Can’t Feel The Earth, Part I – 4’39
5. Ticking Away – 2’47
6. Can’t Feel The Earth, Part II – 10’36
7. Stumbling – 5’23
8. The Message – 3’07
9. 23 Minutes Of Tragedy – 7’00
10. Can’t Feel The Earth, Part III – 5’07

Integrantes:
Tom Galgano – voz e teclados
John Galgano – voz/baixo e violão
Brian Coralian – percussão/bateria e programações
Greg DiMiceli – bateria e percussão
Paul Bremner – guitarras e violões
Anmarie Byrnes – vocais

Resenha:
1. Swallow Our Pride
QUE BAITA BANDA! Realmente um grupo que possui elementos suficientes para ser considerado um dos grandes nomes do Progressivo contemporâneo. Para iniciar, uma música com uma pegada mais eletrônica e moderna, mas com um clima muito interessante. Tem várias mudanças, com momentos mais plácidos com domínio de teclados bem executados, em contraste com partes mais pesadas e dinâmicas.

2. Day Of Innocence
Um instrumental de grande qualidade, que se inicia com uma linha de violão excelente, que vai incorporando os instrumentos da banda aos poucos. À partir de 2:03 começa uma parte mais pesada, de grande qualidade, com um solo pequeno de guitarra, que encerra a composição.

3. Regret
Bah, que baaaaita música! Começa com uma linha de piano excelente, acompanhada por uma linha vocal calma e que se encaixa bem no clima. Possui pequenos solos de guitarra que trazem o resto da banda. Possui um refrão excelente, que abre espaço para uma parte com solos de guitarra bastante experimental, mais plácido, mas mesmo assim excelente.

4. Can’t Feel The Earth, Part I
Começa com uma linha de teclado clássico muito boa, que vai evoluindo, e abre espaço para um solo de guitarra muito bom. É basicamente instrumental, e um belo início para essa suíte de três partes.

5. Ticking Away
QUE BAIXISTA É ESSE?!?! Fiquei muito surpreso ao ouvir o início dessa música, onde uma base simples de violão é acompanhada por uma linha de baixo de grande complexidade, e pela voz. Possui um clima bem interessante, e, apesar do tamanho pequeno, é um ótimo exemplo da capacidade criativa do grupo.

6. Can’t Feel The Earth, Part II
Começa com um lick bem elaborado, que vai evoluindo (com um acompanhamento excelente do baixo). É seguido por uma parte mais plácida dominada pelo teclado, com o início do vocal. Entre as estrofes tem solos excelente de guitarra. Passa por vários momentos distintos, com partes que me lembraram muito The Flower Kings. No final, uma linha incrível de piano (e teclado) e um solo de guitarra de bastante pegada encerram a composição.

7. Stumbling
Começo excelente, com um solo simples de guitarra que abre espaço para um vocal acompanhado pelo piano. As estrofes são mais plácidas, e seguidas pelo solo do início, o que causa um belo contraste. Em 3:36 se inicia um solo de guitarra bem suave e hipnótico, que me lembrou bastante o Jazz. Termina de forma suave, deixando um belo clima nos ouvidos.

8. The Message
Começa com uma linha de teclado e vocal bem suaves, sendo uma “baladona” de grande qualidade, possuindo aos 1:39 um solo de guitarra com maior agressividade, mas sem deixar de lado as frases bonitas.

9. 23 Minutes Of Tragedy
Já disse isso em resenhas anteriores, mas ao ouvir essa música sou obrigado a perguntar: QUE BANDA É ESSA?!?! Inicia com um dedilhado simplesmente incrível, que vai evoluindo, até um solo de teclado se inicar em 3:15. Me lembrou muito Richard Wright, tecladista do Pink Floyd. É seguido de um solo de guitarra PERFEITO, um dos melhores que já ouvi, que mescla frases mais rápidas, com bend’s de tirar o fôlego, e lick’s de muita pegada. Também me lembrou muito Pink Floyd, mas desta vez o guitarrista David Gilmour. Pra mim é indiscutivelmente a melhor do disco, uma daquelas faixas que fazem valer a compra do álbum, só por causa daquela música.

10. Can’t Feel The Earth, Part III
E, para encerrar o disco, a parte final dessa suite de três partes. Começa com um dedilhado de guitarra muito bom, e que dita o tom da composição, até 1:57, quando uma melodia mais épica invade os fones de ouvido, realmente de tirar o fôlego. Em 2:56 começa mais um solo de guitarra de gelar a espinha, e que é seguido por um solo de teclado bem interessante. Após isso, o último refrão começa, e a música vai esmaecendo aos poucos até se acabar, dando idéia de continuidade. Realmente um disco que vale à pena ter em sua coleção!

One comment to Izz – The Darkened Room (Resenha Jefferson A. Nunes)

  1. Esse album e fabuloso, grande banda de NYC, o grande destaque do album e a faixa “Can’t Feel The Earth, Part III” excelente vocal e com muita percussao ..um album nota 10

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s