Random Touch – A Box And A Word (Resenha Diego Camargo)


Resenha: Diego Camargo

Nota:  

Banda: Random Touch
Disco: A Box And A Word
Ano: 2008
Selo: Token Boy Records

Faixas:
1. Floating In A Spiral – 3’27
2. Tripping So Fancy – 2’59
3. On The Way4’22
4. Dancing In Moonlight – 4’05
5. Changeable Weather – 2’17
6. Opera Of Vaudeville – 1’53
7. The Altar Boy And The Priest – 4’49
8. Steady Flux (Dear X) – 6’57
9. Resplendent – 2’09
10. Climbing The Tower – 3’51
11. Air Play – 5’35
12. Oh How We Wonder Why – 4’04
13. Not On A Wednesday – 2’40
14. Velvey Wet – 1’41
15. Grass Beneath Our Feet – 3’49
16. Over And Under – 2’22

Integrantes:
Christopher Brown – bateria e percussão
James Day – teclados
Scott Hamill – guitarras
Matthew Ebbin – efeitos

Resenha:
Antes de mais nada, deve-se dizer que a música do quarteto (pelo menos um quarteto nesse disco) norte-americano não é fácil. E nesse caso específico não há como resenhá-lo da maneira que normalmente faço, detalhando faixa-a-faixa.

Nesse caso, apesar de termos faixas independentes entre si elas só funcionam em conjunto, mesmo sendo a confusão sonora que são.

A bem da verdade é que A Box And A Word (2008) é para ouvidos acostumados a epítome sonora que a vida é!

As canções que compõem A Box And A Word (2008) são como sinfonias urbanas, a música como a conhecemos não existe por aqui.

‘On The Way’, a terceira faixa é um bom exemplo, a música e os músicos estão ali, bateria, teclados e guitarras compõem o ambiente, porém de maneira confusa e caótica, o padrão parece ser não existir padrões. Como se as idéias fossem captadas no momento, no ato!

Ousaria a dizer que é um conceito totalmente novo. Pelo menos eu nunca ouvi outro grupo ou músico fazendo nada parecido, nem perto.

Acho que o resultado dessa vanguarda foi realmente captado em seu lançamento mais recente Turbulent Flesh (2009) onde definitivamente não há música.

Todo esse vanguardismo é realmente para poucos. No meu caso é difícil ouvi-lo em meus ‘momentos musicais’.

Mas posso dizer que é uma experiência válida, onde todos, um dia, devem repousar seus pés e aguçar seus ouvidos.

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