Rush Em SP – Uma Grande Máquina Do Tempo Musical

Por Diego Camargo

Não é sempre que podemos ver uma banda grande como o Rush nos palcos do Brasil (nesse caso foram 8 anos de espera), então lá estava eu para me encontrar com alguns amigos (valeu Junior) e aproveitar um daqueles momentos únicos na vida!

O estádio do Morumbi, local no qual o show de São Paulo foi executado, não estava lotado as 7 da noite, horário no qual eu cheguei ao estádio, e também não estava completamente cheio quando o show começou, acredito que os preços altos demais influenciaram e muito esse fator.

3 telões presenteavam a plateia que estava mais distante, nas arquibancadas (como eu, por exemplo) e o palco estava coberto por ‘velharias’, máquinas e relógios, como o nome da turnê decreta ‘Time Machine Tour’.

O show começa, aliás, um show a parte, com uma hilária introdução onde a própria banda se destaca como atores, encenando uma história maluca sobre uma nova banda chamada ‘Rash’ onde uma máquina dá o som certo para a banda, uma crítica bem humorada as novas bandas armadas por produtores.

Assistam logo abaixo uma versão gravada no palco de Toronto no Canadá, não achei uma versão legendada, como no caso do show brasileiro. E logo em seguida emendaram ‘Spirit Of Radio’ do disco Permenent Waves (1980).

Devo confessar, Geddy Lee (voz/baixo/teclados e vocais) não tem mais a voz de antes, mas para um senhor de 57 anos, sua voz está muito conservada, e ele sabe quando não exagerar.

Uma coisa que me chamou atenção, foi que pela primeira vez, ao vivo, vi Alex Lifeson (guitarras/vocais e teclados) tocar teclado, o Bass Pedals (espécie de teclado tocado com os pés) já era natural tanto pra ele quanto para Geddy, mas o teclado tradicional foi novidade!

Em seguida veio ‘Time Stand Still’ do disco Hold Your Fire (1987).

A terceira música da noite foi ‘Presto’ e é uma grande e boa novidade ouvir uma música ‘lado B’ da banda, presente no disco de mesmo nome, Presto (1989).

Uma sessão 1993/2007 a seguir, do Counterparts (1993) veio ‘Stick It Out’ uma faixa sensacional que há tempos a banda não executava ao vivo.
‘Workin’ Them Angels’, uma das minhas favoritas de Snakes & Arrows (2007) esteve presente, o que pra mim, foi um presente.

‘Leave That Thing Alone’ Counterparts (1993) e ‘Faithless’ Snakes & Arrows (2007) foram as próximas.

E então uma suspresa, ‘BU2B’, que estará presente no próximo disco de estúdio do grupo Clockwork Angels (2011), e foi uma paulada na orelha, essa música nova, ao vivo, tem um peso descomunal, contente em ouvir o novo material do Rush depois de 5 anos.

‘Freewill’ foi a faixa a seguir e o estádio veio abaixo com a introdução da música, presente também no disco Permenent Waves (1980). Abaixo um vídeo gravado por mim mesmo, a qualidade está longe de ser boa, mas vale como registro do momento tão único.

A música seguinte foi ‘Marathon’ do disco Power Windows (1985) e pra fechar a primeira metade do show, a aguardada e festejada ‘Subdivisions’ do Signals (1982).
Geddy Lee termina a metade do show dizendo que ‘como somos muito velhos precisamos de uma pausa pra poder continuar’, só mesmo o Rush pra fazer piada de si mesmo.

Pouco depois da banda ter deixado o palco o telão central começou a mostrar um ‘contador’, nele o ano de 1973 AD podia ser visto, e lentamente ano após ano o tempo ia passando, até o esperado ano de 1980, todos sabiam que era hora de ouvir o clássico Moving Pictures (1981) na íntegra, mas antes, mais um dos hilários vídeos que a banda preparou para a Time Machine Tour:

Moving Pictures (1981) é absolutamente clássico e dispensa apresentações, a banda comemora os 30 anos de lançamento do álbum, foram 45 minutos absolutamente incríveis.

Em seguida mais uma bela surpresa para os brasileiros, ‘Caravan’, música que também estará presente em Clockwork Angels (2011) e o mais que aguardado Solo de bateria de Neil Peart. ‘Clower To The Heart’ de A Farewell To Kings (1977) e ’2112′ em suas primeiras duas partes (Overture e The Temples Of Syrinx) do disco 2112 (1976) vem pra honrar o Rush 70′s.

E fechando o show ‘Far Cry’ grande faixa do Snakes & Arrows (2007).

Obviamente a banda voltou para o já famoso ‘Bis’. Geddy volta ao palco com a camiseta do Rash (a banda fictícia dos vídeos mostrados no telão) e tocam ‘La Villa Strangiato’ do disco Hemispheres (1978) e uma divertida versão de ‘Working Man’ do disco de estreia da banda, Rush (1974), a música, quase irreconhecível, começa em uma versão reggae.

Ao final do show, e agradecimentos de Geddy Lee, mais um vídeo absolutamente hilário, para quem ainda não viu o filme Eu Te Amo, Cara e é fã de Rush está perdendo tempo, e não vai entender o vídeo final. Os personagens de Peter Klaven (Paul Rudd) e Sydney (Jason Segel) fãs da banda, estão no backstage para os conhecer:

Saí do estádio de alma lavada e feliz, por ter tornado um sonho realidade, já que em 2002 não pude ver a banda. Apenas fiquei triste de não tê-los visto tocar ‘One Little Victory’ do Vapor Trails (2002), mas sinceramente? Isso não tira o sorriso do meu rosto!

Para terminar, uma entrevista bem bacana com Geddy Lee que foi ao ar no programa Metrópolis da TV Cultura antes do show:

Site
Myspace
Facebook
Twitter

Leia outras notícias sobre o Rush

Procol Harum

Por Roberto Maia

Formado em Londres das cinzas do grupo pop “Paramounts” liderado pelo pianista e cantor Gary Brooker e pelo guitarrista Robin Trower (que nos anos 70 foi chamado de reencarnação de Jimi Hendrix),o Procol Harum foi uma experiência que resultou num fenômeno.As primeiras músicas foram criadas de forma experimental em estúdio por Gary Brooker e pelo letrista Keith Reid, com o intuito de reunir, rock, blues e musica clássica, e o projeto Procol Harum estreou abrindo um concerto de Jimi Hendrix em 1967, o que levou a recém lançada música “A Whiter Shade Of Pale” aos ouvidos de todos, a música tinha uma letra estranha e um som meio hipnótico, que não deixava ninguém indiferente em relação a ela.

Com a explosão nas paradas o grupo seguiu uma sólida e popular carreira até 1977, voltando em 1991 e continuando na ativa até os dias de hoje. Conheça mais da banda NESTE SITE mantido pelos fãs.

Assista o vídeo de ‘Simple Sister’ do disco, Broken Barricades (1971), que apesar de marcar a saída do ilustre tecladista Matthew Fisher, mostrou novos caminhos sonoros para a banda.

Site
Fonte

Leia outras notícias sobre o Procol Harum

Entenda A Importância De The Dark Side Of The Moon, Disco Do Pink Floyd Que Faz 37 Anos

Por Luiz Filipe Tavares

Pense em um disco que está na casa de um terço dos ingleses e até hoje é um dos mais vendidos (se não o mais vendido) em todo o mundo. Imagine que esse álbum trouxe evoluções sonoras nunca antes vistas no mundo da música e, pela primeira vez, explorou todo o potencial dos aparelhos estéreo de alta fidelidade que começavam a se popularizar na Europa no início dos anos 70. Este LP é The Dark Side Of The Moon (1973), a obra-prima do Pink Floyd, que completa nesta quarta-feira (24) 37 anos de lançamento.

Em seu oitavo LP, a banda inglesa levou a nível máximo os experimentos sonoras que vinha fazendo desde 1967, quando lançou seu primeiro trabalho, The Piper At The Gates Of Dawn (1967). Por coincidência ou não, o disco devolveu o Pink Floyd a um sucesso comercial que só havia atingido no início da carreira, quando ainda eram comandados pelo vocalista/guitarrista Syd Barrett, depois demitido por abusar das drogas e ficar meio pirado.

Com uma lista de nove clássicos eternos do progressivo – ‘Speak To Me/Breathe’, ‘On The Run’, ‘Time’, ‘The Great Gig In The Sky’, ‘Money’, ‘Us And Them’, ‘Any Colour You Like’, ‘Brain Damage’ e ‘Eclipse’ – o disco condensou em pouco mais de 40 minutos a aproximação mais fiel de um disco pop à cultura lisérgica e da psicodelia. E, por isso, se tornou mais uma daquelas unanimidades intocáveis no mundo do rock.

Lenda

Claro que, como toda a lenda, The Dark Side Of The Moon (1973) também conta com uma boa dose de misticismo. A lenda mais comum em torno dele é sua suposta sincronia com o filme O Mágico de Oz: segundo essa teoria, é possível usar o disco como trilha sonora para o clássico longa-metragem estrelado por Judy Garland.

Os integrantes do Pink Floyd na época – o baixista e vocalista Roger Waters, o guitarrista e vocalista David Gilmour, o tecladista e vocalista Richard Wright e o baterista Nick Mason – sempre atribuíram o fato a uma mera coincidência, mas a sincronia da trilha com o filme é realmente muito impressionante, como você pode ver no trecho abaixo, que traz os 10 primeiros minutos da montagem.

História

The Dark Side Of The Moon (1973) levou quase um ano para ser gravado e marcou a entrada definitiva do Pink Floyd no fechado mercado americano, que continuava insistindo na época em sua psicodelia flower power, expressa por grupos como Grateful Dead, Big Brother & The Holding Company, The Doors e Grand Funk Railroad.

Como resultado, o disco acabou por consolidar de vez tudo aquilo que o punk trouxe abaixo quatro anos depois: a definição do estúdio e do álbum como as melhores retratações da música, o virtuosismo e as composições progressivas. Depois de 1997, nunca mais houve espaço no mainstream para uma obra tão complexa quanto essa.

Algumas das mais bonitas músicas do Pink Floyd estão nesse disco. Por isso, se você ainda não tem uma cópia desse disco, aproveite a efeméride e não perca mais tempo para ter a maior obra do rock progressivo de todos os tempos (ou compre AQUI). Como o próprio David Gilmour eternizou no disco, “você é jovem, a vida é longa e há tempo para matar ainda hoje.”

Site
Facebook
Youtube
Fonte

Leia outras notícias sobre o Pink Floyd

O Som De Canterbury

Por Daniel Silva

Canterbury é conhecida por duas coisas: pela histórica Catedral da Cantuária, construída há séculos em estilo gótico, que é patrimônio da Unesco, e pela cena musical criada no final dos anos 60.

Na cidade localizada no sudeste da Inglaterra, que hoje tem mais de 50 mil habitantes, surgiram bandas como Soft Machine, Caravan e Gong (na verdade, banda de origem francesa), que faziam um som que misturava o rock progressivo com o jazz e a psicodelia.

Mais do que uma vertente do rock, a cena de Canterbury produziu artistas que apareceram e sumiram da mesma forma meteórica, deixando apenas um registro para os fãs do gênero. O caso mais famoso é o do Khan, que durou 18 meses.

Formado em abril de 1971, em Londres, a banda contava com os melhores músicos da região como Nick Greenwood (baixo e vocal), Eric Peachy (bateria), Dave Stewart (teclados) e o mestre Steve Hillage (guitarra e vocal).

O resultado dessa união é Space Shanty, lançado em maio do ano seguinte pela Deram Records. As seis belíssimas e complexas composições do disco deixam uma incrível vontade de ouvir mais, o que infelizmente não é possível.

Outras bandas da cena já citadas acima tiveram mais sorte que o Khan, lançaram vários álbuns e ainda hoje são lembradas como grandes nomes do rock progressivo, mas possivelmente não gravaram um disco tão bacana quanto esse, um dos clássicos perdidos do estilo.

Ouça Driving to Amsterdam, quarta faixa de Space Shanty (1972).

Fonte

Orphaned Land – Na Orelha

Por Jr. Souza

Vou apresentar uma das mais originais bandas do cenário Heavy Metal. Trata-se de Orphaned Land, formada no início dos anos 90 no Oriente Médio mais precisamente em Israel. Orphaned Land é para Israel o que o Sepultura é para o Brasil, um precursor.

A banda acaba de lançar seu mais novo álbum The Never Ending Way Of OrWarrior (2010).

Orphaned Land é a prova viva, de que a vontade em se ter paz é possível e que as heranças culturais nem sempre são benéficas. Portanto são e devem ser mudadas.

Nas construção da sua sonoridade, bebem da fonte de suas raízes, mesclando instrumentos tradicionais de sua cultura à conceitos históricos e religiosos. As letras, são escritas na língua das três religiões moneteístas do país. (na foto acima também há essa representação, bem como na arte e tipografia do encarte do novo álbum).

A verdade é que se superam a cada lançamento, mostrando uma evolução que vai além do profissional. Um evolução que é capaz de mudar, mesmo que de maneira singela, a realidade de um país.

Depois do aclamado Mabool – The Story Of The Three Sons Of Seven (2004), a banda aparece novamente pela qualidade e originalidade, o que lhes garantem um lugar ao sol deste estilo tão versátil e mutável.

Abaixo deixo o vídeo da faixa de abertura do novo trabalho, chamada ‘Sapari’.

The Never Ending Way Of OrWarrior (2010), assim como seu antecessor é excelente.

Amplexos.

Site
Myspace

Facebook
Last FM
Youtube

Leia outras notícias sobre o Orphaned Land

Trans-Siberian Orchestra – Direto Na Alma

Por Jr. Souza

O que dizer deste projeto? Logo de cara, vos digo que se trata de algo de extremo bom gosto, que encanta aos ouvidos e aos olhos.

A Trans Siberian Orchestra (TSO) é formada por membros que tiveram passagem pela já consagrada banda Savatage, precursora do rock ópera quando o rótulo é metal, digo isso, porque este aqui que vos escreve concorda que os precursores da ópera rock foram o Queen. Os mais saudosos ainda e assíduos fãs dirão que foi o The Who, foi uma iniciativa, mas o corpo elaborado e trabalhado nos moldes de uma ópera dá o crédito aos dois primeiros.

Deixando o imbróglio de lado, o TSO é muito lembrado nesta reta final de ano, já que suas temáticas são ligadas ao natal, pelo menos seus primeiros trabalhos. A verdade é que o projeto tomou corpo e hoje congrega músicos de várias escolas musicais, criando assim um espetáculo a parte.

Segundo o site oficial nos próximos dias teremos o lançamento do tão aguardado Night Castle (2009), que não tenho dúvidas que será mais outro trabalho de alto nível.

Hoje em dia temos um alto número de tudo por todos os lados, devido a isso é gratificante vermos trabalhos como este de destacando, pelo menos lá fora. Obviamente que aqui temos uma cena musical maravilhosa, mas que fica restrita ao velho e bom underground, salvo raras exceções, e falo de todos os gêneros sem restrições, mas sobre isso falo outro dia.

Amplexos

P.S. O novo álbum pode ser ouvido AQUI.

Site
Myspace
Facebook

Leia outras notícias sobre o Trans-Siberian Orchestra

Lana Lane – A Voz Da Sinfônia

Por Jr. Souza

Muitos com certeza não conhecem o trabalho desta excelente cantora, mas os que a conhecem sabem do potencial e qualidade dos trabalhos apresentados.

Lana Lane é dona de uma das vozes mais belas e equilibradas da música progressiva. É considerada pela mídia especializada como sendo a precursora do chamado hard sinfônico. Alheia aos rótulos Lane Lane mostra um versatilidade em compor e cantar, que poucos artistas têm nos dias atuais.

Seu último lançamento de inéditas chama-se Red Planet Boulevard (2007), que figura tranquilamente entre os melhores de sua discografia, conta com participações de Erik Norlander (seu marido), considerado um dos mais versáteis e criativos tecladistas da atualidade, palavras essas ditas por nada menos que Rick Wakeman.

Alguns títulos seus foram lançados no Brasil, no entanto este último somente importado, mas devido ao preço calmo do dólar vale à pena compra.

Para ter uma noção da maravilha sonora que é ouvir Lana Lane, veja o vídeo abaixo:

Site

VIII Araraquara Rock

Por Jr. Souza

Como ontem foi o Dia Mundial do Rock, vou colocar aqui minhas impressões sobre o show do lendário Graham Bonnet que em sua breve turnê pelo Brasil, passou pela cidade de Araraquara interior de São Paulo, no já tradicional festival Araraquara Rock no dia 10/07.

Foram várias bandas antes de Bonnet, a primeira que parei para assistir foi o Carro Bomba. Músicos competentes, som pesado e bem executado, botaram para quebrar.

Após a galera do Carro Bomba, vieram outras bandas, mas nada que me prendesse a atenção. Preferi ver o campeonato de Guitar Hero que ocorria em outra parte do Teatro Arena. Alias uma multidão para ver os outros pagarem mico e assassinarem qualquer música colocada. Destaque para o público vibrando com ‘Beat It’ de Michael Jackson, prova maior que a galera respeita e muito qualquer estilo, não suportamos é babacas.

Já dando início a madrugada eis que surge uma grande surpresa. Um grupo chamado Alex Valenzi & The Hideaway Cats, simplesmente botaram fogo na arena, o público dançou, aplaudiu, vibrou e não cansou de pedir bis. Após a quente e vibrante apresentação de Alex, tivemos então a grande apresentação da noite.

Graham Bonnet tem 65 anos, acompanhado da Paulo Zinner Rockestra,  subiu ao palco detonando e com uma voz muito potente para a idade, apesar de estar com uma inflamação na garganta. Ele tem currículo, cantou no Rainbow, Michael Schenker Group e Alcatrazz (fases com Malmsteen e Steve Vai) precisa algo mais?

Foi uma grande apresentação digna de um festival que cresce a cada ano, muito bem organizado e que procurou ser o mais seleto possível trazendo novidades e clássicos de todas as vertentes do rock e tudo isso gratuito que ainda contou com Torture Squad como headliner no dia 11/07 e CJ Ramone no dia 12/07.

Parabéns a organização do evento!

Amplexos.

Araraquara Rock – Site
Grahan Bonnet – Site

Cálix – Última Canção

Por Jr. Souza

Recebi um email da banda Cálix, pedindo apoio para que o vídeo da música ‘Última Canção’ entre nos selecionados para o quadro Garagem do Faustão, do programa Domingão do Faustão.

Eu como fã declarado do grupo, havia tido essa ideia e era extamente essa a música que eu iria mandar, mas por alguns contratempos não o fiz.

Então inicio aqui um movimento com os amigos leitores e o demais blogueiros que gostam do Cálix, para que a banda possa conseguir este objetivo. Eles são mais do que merecedores.

Para assistir ao vídeo e dar uma nota para ele, basta clicar AQUI ou assista logo abaixo:

Para pedir a presença do Cálix no programa e fazer seus comentários, basta clicar AQUI.

É FUNDAMENTAL que o comentário contenha as palavras “Cálix” e “Última Canção”.

Agora é a hora de mostrar a força destes blogueiros apaixonados por música.

Amplexos.

Site

Leia outras notícias sobre o Cálix

Santarem – Tocante Made In Brazil

Por Jr. Souza

Originários de São Paulo/SP, a banda Santarem é sem dúvida umas das melhores no cenário prog-rock-metal do Brasil.

Rótulos a parte, ao ouvir o trabalho do Santarem, imediatamente as influências de Rush se evidenciam. Obviamente não para por aí.

Realmente são excelentes músicos, com um destaque ao belo e maravilhoso vocal de Guilherme Mistretta (que infelizmente não está mais na banda, devido a problemas pessoais).

Quem conhece bem o trabalho desses paulistanos, sabe que a banda passou por uma reformulação e hoje conta somente com Alex Andreoni (guitarra) e Guilherme Furlan (baixo) da formação “dita” original.

Segundo informações o novo vocalista impressiona pela sua voz e criatividade, bem como o novo baterista que foi indicado por nada menos que Ricardo Confessori (Angra, Shaman, etc.).

Atualmente (segundo o site oficial, com última atualização em 18/08/2008) o Santarem está em estúdio produzindo seu novo Cd que está a cargo também de Confessori.

Esperamos então que a química da banda esteja tão boa ou melhor que a encontrada no álbum Donwtown Station (2004), do qual você poderá conferir dois vídeos abaixo:

The Other Side

How Much Will Be Enough?

O Santarem já está entre as grandes bandas brasileiras do estilo, só falta decolar.

Amplexos!

Site

Leia outras notícias sobre o Santarem