Roine Stolt é definitivamente uma das figura mais importantes dentro do cenário Progressivo das últimas 2 décadas. Desde a metade dos anos 90 com o The Flower Kings ele ajuda a dar uma nova cara ao gênero e colocar a música em um nível mais alto
O Progshine teve a oportunidade de bater um papo com o músico sueco por e-mail, e ele falou sobre o Transatlantic, Agents Of Mercy e claro sobre o novo disco do The Flower Kings, Banks Of Eden (2012) que será lançado em Junho.
O resultado você confere NESSE LINK em mais uma exclusiva entrevista que o Progshine traz a vocês leitores.
Lembrando que todas as outras entrevistas do site podem ser vistas no link Entrevistas no menu superior do site.
Neste domingo o Progshine traz aos nossos leitores uma entrevista especial! O nosso editor falou com exclusividade com o baixista sueco Jonas Reingold. Jonas é mais conhecido como o membro do The Flower Kings, mas ele já fez parte de diversas outras bandas e projetos, incluindo sua própria banda oKarmakanic. Atualmente ele também tem o seu próprio selo o Reingold Records, que como celebração da entrevista terá seu logo linkado aqui na barra lateral do site, acessem e comprem seus CDs favoritos diretamente do selo.
No bate papo feito pelo Skype logo após um ensaio do Flower Kings Jonas fala sobre um pouco de tudo que aconteceu em sua carreira e claro, um pouco sobre o novo disco da banda que será lançado no dia 18 de Junho.
Esperamos que todos gostem, e um muito obrigado especial ao Jonas, um dos caras mais simpáticos e bacanas do Prog com quem eu já tive o privilégio de conversar.
Aproveitando a passagem do músico inglês no Brasil (leia AQUI), e que os shows começaram essa semana o Progshine teve uma oportunidade única de bater um papo rápido com Jon Anderson por e-mail.
A parceria entre Progcast e Progshine deu a oportunidade única a Rhamses e Rodrigo “Rroio” Carvalho (tradução do editor do Progshine Diego Camargo) de conversar com Jon e indagar um pouco sobre os últimos anos da carreira do músico que acaba de lançar um disco ao vivo com Rick Wakeman (leia AQUI) e também uma suíte de 21 minutos chamada ‘Open’ (leia AQUI).
O papo com Jon na íntegra pode ser lido NESSA PÁGINA, e também ficará arquivado em nossas Entrevistas no menu do site.
Mais uma vez o Progshine saindo na frente com uma grande exclusiva. E que venham as próximas!
Você conhecem a Moonjune Records? Não!? Pois deveriam, há 10 anos trazendo a público ótimos discos o selo é responsável por lançamentos de bandas como Finisterre, Arti & Mestieri, Soft Machine, D.F.A., Mahogany Frog, Tohpati Ethnomission, Moraine e muitos outros.
A partir de hoje a promoção que sorteará 10 CDs está no ar! Qualquer leitor residente no Brasil pode participar, basta ler as informações e as regras AQUI.
Um 11º CD será dado à resenha mais interessante enviada a nossa produção. Informações e regras também AQUI.
Junto de toda essa festa musical temos uma entrevista com o dono/fundador da Moonjune Records Leonardo Pavkovic que há 10 anos segue rumos diferentes no mundo musical seguindo o seu coração, e não sua carteira, confira o ótimo bate papo com ele NESSE LINK.
Lembrando que durante todo o mês de Novembro e Dezembro o banner da Moonjune Records ficará aqui na barra lateral do site, visitem a loja deles e comprem os CDs, mostrem que esse tipo de promoção dá resultado, dessa maneira novas promoções poderão ser feitas no futuro aqui no site.
Essa é a primeira grande promoção de muitas que o Progshine pretende fazer num futuro próximo, tudo depende de você leitor e fã de Rock Progressivo! Então espalhem esse post pela web e vamos fazer a boa música rodar!
Antes que eu me esqueça, os títulos que serão sorteados são (alguns títulos temos 2 de cada pra sortear):
- Mahogany Frog - DO5 (2008) (disco já resenhado no Progshine AQUI). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- Holdsworth, Pasqua, Haslip, Wackerman – Blues For Tony (2009). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- D.F.A. - 4th (2008) (disco já resenhado no Progshine AQUI). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- Soft Machine Legacy – Steam (2007). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- Moraine - Manifest Density (2009) (disco já resenhado no Progshine AQUI). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- Slivovitz – Hubris (2009). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
- Marbin – Breaking The Cycle (2011). Ouça trechos e saiba mais sobre o disco AQUI.
Acessem os links e ouçam a música das bandas. Lembrando novamente que as informações para participar estão AQUI.
Hoje pra ‘celebrar’ o dia mundial do Rock aqui no Progshine temos uma edição especial, uma entrevista exclusiva com o vocalista/violonista da banda russa Orgia Pravednikov Sergey Kalugin onde ele nos conta de um tudo sobre a banda e sobre a história do Rock na Rússia.
Foram meses de trabalho duro entre e-mails, audições e muita atenção, porque o trabalho dos caras merece ser ouvido!
Também estão presentes as resenhas dos 4 discos da banda, incluindo o disco mais recente, o recém-lançado Dlya Teh, Kto Vidit Sny Vol.1 (2010) e um dos DVDS que eles lançaram (não esquecendo que o arquivo de resenhas antigas está no link Resenhas logo ali no menu lateral do lado direito ou então nas respectivas páginas de banda e disco da resenha em questão, para isso basta navegar pelo link “Artistas” também no menu lateral direito do site ou através das letras no alto da página).
As resenhas dos quatro discos e do DVD podem ser lidas na página da banda no Progshine AQUI, basta clicar sobre o link Resenhas abaixo da capa de cada disco. Lembrando que os discos podem ser ouvidos na íntegra nas mesmas páginas.
Todos os discos da banda foram autorizados pelos próprios para download gratuíto, os links estão na página do perfil da banda ou diretamente AQUI. Para os interessados em adquirir o CD do grupo, entrem em contato através DESSE E-MAIL (escrevam em inglês).
A história do The Doors sempre foi estranha. Agora, um documentário joga luz nova sobre o lendário grupo de rock.
Narrado por Johnny Depp, When You’re Strange: A Film About The Doors estreia de forma limitada neste fim de semana nos Estados Unidos e mostra imagens inéditas, incluindo do cantor Jim Morrison em um filme experimental chamado “HWY (Highway)”.
Morrison, que morreu em 1971, o guitarrista Robby Krieger, o tecladista Ray Manzarek e o baterista John Densmore lançaram seis discos de estúdio em apenas 54 meses entre o final dos anos 60 e início dos 70. Quatro décadas depois de terem tocados juntos pela última vez, o grupo continua a vender mais de um milhão de discos por ano.
Manzarek, que conheceu Morrison enquanto frequentava a Universidade da Califórnia, já lançou diversos livros e discos solo. Krieger, que compôs o sucesso “Light My Fire” quando tinha 18 anos, está escrevendo uma autobiografia e vai lançar um disco ainda este ano. Densmore é um autor de sucesso e vai lançar mais um livro neste ano.
Densmore, Krieger, Manzarek e o diretor do filme Tom DiCillo responderam a algumas perguntam recentemente durante entrevista em Los Angeles. Apesar de Densmore e DiCillo estarem em salas separadas de Krieger e Manzarek, todos respoderam às mesmas questões.
Pergunta: Como vocês se sentiram quando viram “When You’re Strange”?
Ray Manzarek: Primeiro foi uma experiência triste. Meu coração ficou pesado e alegre ao mesmo tempo ao nos ver todos jovens, como um bando de crianças. Foi realmente bom.
Robby Krieger: Nostálgico. O que eu vi foi como nós éramos bons. Fiquei maravilhado em ver como tocávamos bem. Quando você toca, pensa “ok, estamos só tocando. somos muito bons. somos tão bons quanto os Beatles, não somos?”. Mas, olhando em retrospecto, você fica com medo de ver que não era tão bom assim e que talvez seja embaraçoso ver aquilo novamente.
John Densmore: Eu conhecia todo o material, mas fiquei muito feliz ao ver que DiCillo encontrou uma narrativa para reunir tudo. E que ele tenha colocado Johnny Depp para que você possa ter uma experiência melhor com a banda, em vez de me ver falando sobre isso. Como estou fazendo agora.
(Veja o trailer e ouça os sucessos da banda logo abaixo):
Pergunta: O que vocês pensaram quando ouviram Johnny Depp ler os poemas de Jim Morrison no filme pela primeira vez?
Densmore: Gostei muito do jeito respeitoso, tímido e nada egocêntrico que ele (Depp) leu. Ele entendeu tudo, é um ícone e entende Jim.
Krieger: Ele tem uma voz ótima e parece se importar de verdade com o que está dizendo. Funcionou perfeitamente com o filme. Tentamos com alguns outros caras antes de Johnny Depp, mas não funcionou. Fiquei sabendo depois que ele é um grande fã do Doors. É por isso que ele trabalhou tão bem.
Manzarek: Eu achei excelente. Ele fez um trabalho brilhante. Achei a voz dele sutil e dinâmica ao mesmo tempo. Ele contou a história de uma forma muito bonita.
Pergunta: O filme tem cenas de “HWY (Highway)”. O que vocês pensam quando olham essas imagens hoje em dia?
Manzarek: Ele está vivo. Jim está vivo novamente. É como se ele não tivesse ido embora, é fabuloso. Lá está ele, bem na tela.
DiCillo: Tivemos um problema, pois as pessoas se recusavam a acreditar que era Morrison. Quando vi aquelas imagens, não imaginei nem por um segundo que as pessoas teria esse tipo de reação, que diriam “não é ele”. Eu pensei que aconteceria exatamente o contrário. A filmagem foi feita em negativo de 35 milímetros em 1969.
Densmore: Alguém se irritou no festival de Sundance, um jornalista se enfureceu nos primeiros minutos. Gostei daquilo. Você faz com que eles percebam que aquilo é a verdade. Mesmo com a barba, ele (Morrison) é muito carismatico. As pessoam acham que estamos fazendo um reality show.
Krieger: Espero que as pessoas não pensem que é um ator interpretando Jim Morrison. É tão bom que parece novo. É provavelmente isso que vão pensar, mas no final vão perceber que é Jim mesmo. Eu gostaria que Jim tivesse terminado aquele filme. Eles fizeram apenas uns 10 minutos. Teria sido um grande filme.
O aclamado trompetista Wynton Marsalis se prepara para lançar um projeto novo: compor uma sinfonia de blues para orquestra. Condizente com uma carreira que abrange o jazz, a música erudita, o trabalho de bandleader e de defesa das artes, a sinfonia de Marsalis é épica em sua escala. A intenção é celebrar a história dos Estados Unidos, desde a Revolução Americana até os dias de hoje, através do blues.
A Orquestra Sinfônica de Atlanta vai tocar a sinfonia em janeiro no Morehouse College, em Atlanta, como parte dos eventos anuais de comemoração do Dia de Martin Luther King. Ela apresentou dois movimentos da sinfonia em novembro.
Marsalis, de 48 anos, nasceu em Nova Orleans, o autoproclamado berço do jazz. Diretor artístico do Jazz at Lincoln Center, em Nova York, ele ficou famoso como virtuose do trompete, compositor e bandleader, tendo recebido nove prêmios Grammy e um Pulitzer de Música por suas apresentações e composições de jazz e música clássica.
Marsalis já produziu duas obras épicas anteriores: “All Rise” e “Blood on the Fields”, que recebeu o Pulitzer em 1997. O músico conversou com a Reuters sobre compor a Sinfonia de Blues e sobre grandes músicos de jazz como Duke Ellington e Jelly Roll Morton.
Pergunta – O que fez você se interessar por um projeto de sinfonia de blues?
Marsalis – Desde que comecei a fazer música, sempre me perguntei sobre a apropriação por músicos de orquestra de coisas tocadas por músicos de jazz. Me diverti muito fazendo apresentações com orquestras. Os músicos de orquestra são os que têm mais estudo no mundo.
Pergunta – Foi difícil traduzir as ideias de uma sinfonia de blues para a forma orquestral?
Marsalis – É difícil. Você tem que procurar o que vai soar bem. Os instrumentos são usados de maneiras diferentes. O processo todo levou quatro meses de trabalho intensivo, e ainda estou trabalhando nele, além de todo os outros trabalhos que tenho que fazer e além de viajar.
Pergunta – O que os jovens podem aprender sobre grandes jazzistas como Duke Ellington e Jelly Roll Morton, sobre os quais a sinfonia é baseada?
Marsalis – Sempre incentivo os jovens a pesquisar alguma coisa quando se interessam por ela. O que todos nós precisamos fazer, velhos e jovens, é continuar a estudar. Na música a gente sempre é jovem.
Pergunta – Você sentiu nervosismo por compor uma sinfonia com um tema tão amplo?
Marsalis – Nunca fico nervoso com nada. Estou apenas compondo música. Eu ficaria nervoso se estivéssemos em uma guerra ou algo do tipo. A música ou funciona ou não funciona. Cresci tocando muitos tipos diferentes de música. Toquei em “marching bands”, em uma banda funk, uma banda comunitária, uma banda de jazz. Meu conceito de música é amplo. Meu conceito da história americana é amplo, porque Nova Orleans é uma cidade histórica. Vivendo lá, você sempre está cercado de história.
Pergunta – Como você compõe?
Marsalis – Faço tudo à mão. Primeiro escrevo a partitura do piano. Preparo a linha geral da composição inteira. Quando a partitura do piano fica pronta, começo a fazer a orquestração. A composição leva tempo, mas tenho sorte porque nunca tenho problema em ter ideias. Tenho dificuldade com a parte técnica, porque nunca estudei orquestração. Demoro muito mais para visualizar como a coisa vai soar.
O Spin XXI é uma banda que tem suas raízes nos anos 70 e fez história na cidade de Niterói-RJ onde eles tocaram em escolas e festivais de rock amador. A banda Spin (como eram então chamados) teve apresentações muito especiais na mesma época. Eles acabaram no fim dos anos 70 sem ter lançado o disco de estréia, mais tarde os membros uniram-se novamente há alguns anos sob o nome de Contraponto e então decidiram-se por utilizar novamente o nome Spin, mas com o XXI (retratando o novo século). Contraponto (2006) seu CD de estréia foi gravado entre 2002 e 2006 e lançado em 2006! – A música é na tradição do Progressivo Sinfônico (as referências são O Terço, Mutantes, Genesis e Yes), mas com um som moderno. O disco foi lançado pela Musea/Rock Symphony.
Para ler a entrevista concedida com exclusividade ao site pode ser lida na íntegra AQUI.
O Il Cerchio d’Oro foi um dos muitos grupos sinfônicos a sair do “boom” inicial da cena italiana nos anos 70. O grupo foi formado em 1974 pelos irmãos Terribile (Gino e Giuseppe na bateria e baixo/guitarra, respectivamente) e Franco Piccolini nos teclados. A banda estava presente no circuito de apresentações da região de Savona, mas nunca conseguiu um contrato de gravação, e assim as únicas gravações que fizeram foram singles no final dos anos 70 após mudanças na formação.
25 anos depois da formação original do grupo, a gravadora italiana Mellow tirou a poeira de algumas gravações antigas lançando o auto-intitulado Il Cerchio d’Oro (1999). Mas essas faixas ainda eram de pouco interesse para o fã de Rock Prog, sendo na sua maioria singles do final dos anos 70 e até mesmo algumas coisas do tipo disco music. No entanto, um outro disco foi lançado em 2006, o LP La Quadratura Del Cerchio (2006), que apresenta algum material demo e covers de outras bandas de prog italiano como Le Orme. Logo depois, a formação original da banda foi reunida, juntamente com dois novos guitarristas e lançaram Il Viaggio Di Colombo (2008) em 2008. O novo álbum nos remete aos anos 70 à escola italiana de rock progressivo, com arranjos sinfônicos e vocais bem elaborados.
O disco foi resenhado para o Progshine, para ler a resenha basta clicar AQUI. A entrevista concedida com exclusividade ao site pode ser lida na íntegra AQUI.
O Tempus Fugit foi formado em 1992 por André Mello. O disco de estréia da banda, Tales From A Forgotten World (1997) obteve uma séries de boas resenhas na época do lançamento. O segundo disco do grupo foi The Dawn After The Storm (1999), esse disco firmou a banda no exterior e o Tempus Fugit acabou tocando em importantes festivais pelo mundo como Buenos Aires Prog e Progfest.
O trabalho mais recente da banda é Chessboard (2008). O disco levou cerca de 6 anos de ensaios, composições e gravações para ser finalizado.
O disco foi resenhado para o Progshine, para ler a resenha basta clicar AQUI.
A entrevista concedida com exclusividade ao site pode ser lida na íntegra AQUI.